“Limitações não me impedem”, afirma cadeirante após ser mãe e glorificar a Deus

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fabiola-cadeiranteHoje, Fabíola Fernanda é esposa e mãe, mas para que isso acontecesse ela teve de ser perseverante. A cadeirante de 42 anos passou por muitas dificuldades em sua vida. Aos três anos ela teve poliomielite, uma doença mais conhecida como paralisia infantil. O problema afetou seu sistema nervoso central. Fabíola chegou a parar de andar e corria o risco de morrer por causa de um quadro clínico crítico e avançado. Foi aí que seus pais clamaram a Deus, e um voto materno foi feito: a mãe, Gláucia, cuidaria sempre da filha. Como resposta à oração, Deus operou um milagre, e a criança sobreviveu. Hoje, Fabíola é casada e mãe de Esther Luiza, uma menininha de 5 anos. Ela trabalha como voluntária no ministério Obra Prima, um projeto da Igreja Batista da Lagoinha, desde a sua fundação. Além de ajudar no projeto, a cadeirante é psicóloga e professora, com muitos sonhos e projetos em mente. A doença não foi um fator que a limitou, pois ela vencia as batalhas dia após dia, contando sempre com a ajuda da mãe, Gláucia das Graças. Para que Fabíola conseguisse atingir seus sonhos, ela contou com a grande ajuda de sua mãe que sempre esteve ao seu lado. “Ela me acompanhou todos os dias na escola, da educação infantil à faculdade, e, apesar de todas as dificuldades, consegui me formar. Tirei carteira de motorista e fiz mestrado”, compartilha. Fabíola finalizou sua faculdade e se tornou professora. Atualmente ela cursa doutorado. “Estar impedida de andar não inviabilizou que eu fosse uma sonhadora”, complementa. O sonho  Algo ainda faltava para Fabíola. Era o sonho de ser mãe que batia forte em seu coração. Mas, segundo ela, esse desejo parecia muito distante de sua realidade. “Eu sabia que só Deus poderia trazer à existência o meu casamento e a minha maternidade. E foi isso que Ele fez”, contou. “Preparou para mim um esposo maravilhoso, um homem temente ao Senhor, carinhoso e dedicado”. Foi então que eles decidiram adicionar mais um prato na mesa e começaram a orar por um filho. No dia 5 de dezembro de 2011, a pequena Esther vem ao mundo. “Deus tem me dado estratégias para cuidar dela, e minhas limitações físicas não me impedem de ser uma boa mãe. Principalmente, porque tenho um esposo maravilhoso ao meu lado, que é também um excelente pai”, ressalta. Além de seu trabalho na organização social, onde coordena um programa de educação inclusiva, Fabíola também atua como professora de psicologia em uma faculdade e faz doutorado em Educação. “Somos uma família onde todos colaboram uns com os outros. Em meio a toda correria, consigo acompanhar o para-casa da minha filha e levá-la à aula de violino”, conclui. Com informações do Portal lagoinha

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