Tributo aos Pais

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O “Dia dos Pais” está próximo. É época de algum gasto a mais, mas ainda vale à pena mantermos a data, pois segundo o desejo maligno da sociedade, daqui a pouco não terá pai e nem mãe, mas algo indefinido que cuida de pessoas.

É com alegria e gratidão a Deus, que me lembro do meu pai. Ele foi simples, temente a Deus, pacifico com a mamãe e com todos nós, admirado pelos colegas, correto nos seus negócios e cooperador dos próprios irmãos na vida profissional. Agradeço do mesmo modo a Deus pelo meu sogro, que além da sua fé em Jesus, foi um homem que buscou relacionar-se com pessoas. Na sua igreja esteve atento àqueles que chegavam pela primeira vez e era um dos últimos a sair, pois constantemente estava conversando com mais alguém. Todos o conheciam na sua vizinhança.

Vale à pena deixar registrado um tributo a homens que marcaram as nossas vidas. É valoroso também vivermos como pais que deixarão uma influência positiva na vida dos nossos queridos filhos. Isso não acontecerá gratuitamente, mas fica a sugestão de:

  • Sermos pais preocupados com a vida espiritual tanto a nossa, quanto a deles. Essa prioridade nos levará a termos tempo de qualidade com Deus. A Biblia pre-cisa ser ”a lâmpada para nossos pés e luz para os nossos caminhos”. Os nossos filhos precisarão dessa orientação celestial, pelo nosso próprio exemplo e ensi-no. Já ouvimos e falamos com Deus hoje?
  • Sermos pais cuidadosos com aquela que se tornou parte fundamental das nossas vidas, a companheira do dia a dia. Amar a mãe deles fará toda a diferença no emocional de cada um. Já demonstramos carinho a ela hoje? Não deixemos que eles a destratem e muito menos nós.
  • Sermos pais que convivem com eles e que fazem desse relacionamento algo que exige tempo e atenção, mas as recompensas virão. Nenhum presente substituirá o valor de um abraço que demonstre a proximidade entre nós e eles.
  • Sermos pais que sabem se relacionar uns com outros, sejam parentes, vizinhos, colegas do trabalho e ou do lazer. Será que deixaremos um exemplo de pais que sabem perdoar, mesmo quando ofendidos injustamente? Não há como não levar desaforos para casa! O contexto no qual vivemos não nos dá essa chance.
  • Sermos pais que são exemplos nos negócios. Nós devemos trabalhar com de-dicação, mas não podemos ficar endurecidos e ou escravizados pelo trabalho. Os nossos filhos terão o nosso tempo com significado?

Uma filha que está aprendendo a falar com Deus, falou à sua conselheira: “Posso orar e falar com Deus, mas não me peça para chamá-Lo de Pai. Eu não consigo fazer isso”. A sua traumática relação paternal tornou- se uma dura dificuldade de entender que o Seu Deus é Pai. O próprio Pai Celeste já está mudando o seu coração.

Pais, recebamos esse tributo, mas sabendo das nossas limitações. Para isso ser verdadeiro, vamos depender do Pai Celestial e não tenhamos receio de demonstrar essa de-pendencia aos nossos queridos filhos. Isso é fortaleza e não fraqueza.

Pr. Carlos Nogueira Martins
Colaborador deste Portal

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