Grupo infantil lança canção contra ideologia de gênero e é atacado nas redes sociais

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A canção “Nosso Gênero Vem de Deus” revoltou os simpatizantes da comunidade LGBT
Em meio as discussões sobre a inclusão da ideologia de gênero nas escolas e a imposição da mídia em normalizar o discurso de que o sexo biológico não determina se a pessoa será homem ou mulher, um grupo infantil resolveu se posicionar e lançar uma música sobre o tema. 

O Trio R3, formado pelos irmãos Raiany, Rony e Rayssa, divulgaram em suas redes sociais a canção “Nosso Gênero Vem de Deus”, escrita por Alberto de Mattos – Xuxu da Turma do Printy. 

A letra da canção diz que Deus fez meninos e meninas e que isso não pode ser mudado. “Não nasci no corpo errado/ Meu Criador amado desenhou um corpo para mim”, diz trecho da canção que refuta a ideia de que há pessoas no corpo errado. 

As meninas do grupo, cantam que são “meninas femininas” enquanto o garoto se afirma como “menino masculino”. “Não somos acidentes nem erros divergentes/ Somos feitos pelo Criador”, completa a letra. 

Lançado na semana passada, o vídeo do TRIO R3 foi compartilhado no Instagram, Facebook e Youtube por diversos perfis diferentes. Em todos eles as discussões nos comentários foram acaloradas.  

Muitos elogiaram a posição do grupo em falar abertamente sobre um tema que levanta um debate raso e descarta as opiniões divergentes, classificando-a como preconceito. 

Uma usuária do Youtube comentou isso no vídeo oficial do grupo. “Se fosse uma criança cantando que se sentia gay a galera da esquerda aplaudia. Mas como estas aí dizem que se aceitam como são, o povo já entende que é discurso de ódio, homofobia e  transfobia”. 

As críticas ao grupo foram diversas, homossexuais se uniram e foram criticar o grupo reclamando de intolerância e ofendendo a religião cristã, principalmente a evangélica.  Muitas críticas são impublicáveis por conter uma série de palavrões e ofensas aos pequenos irmãos que mantém um ministério junto com crianças, se apresentando em diversas igrejas do país. 

“Que vergonha desse vídeo. Sério porque usar Deus para espalhar o ódio?  Em vez de fazer uma música boa, estão só espalhando mais ódio e mais intolerância. Transexuais merecem respeito”, escreveu um crítico, um dos poucos que não ofenderam os cristãos com palavreado baixo. 

Alguns homossexuais escreveram que eram “meninos femininos” e exigiam ser respeitados por isso. Outros declararam que, daquele momento em diante, toda “criança trans que se matar” será culpa do trio, pois a canção estaria os “oprimindo”. 

Assista ao vídeo:

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