Preguemos a Cristo, o Redentor!

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Porque nada me propus saber entre vós, senão a Jesus Cristo e este crucificado (1 Coríntios 2.2).

O texto revela que Paulo, firmado nos valores e na firmeza das Escrituras, pregava a Cristo e este crucificado. Jesus Cristo é o centro e o caráter da mensagem cristã. Para Paulo, Cristo crucificado, morto e ressurreto era a sua suficiência, bem como da igreja. A sua mensagem era um combate contra toda a heresia que secundarizava ou excluía o Senhor Jesus da vida do homem. O apóstolo tinha um norte, uma direção: a singularidade de Cristo Jesus, o Senhor. Para ele, Cristo é tudo em todos os que creem, Colossenses 3.11. Como Paulo, não temos outra mensagem mais importante, relevante do que Cristo em toda a sua inteireza. Ele é a nossa vida e mensagem. A nossa única esperança. Esta era também a convicção do apóstolo Pedro, João 6.68,69. 

O que movia Paulo era o seu compromisso com Cristo Jesus às raias da morte. E este compromisso o levava a proclamar o Redentor onde que quer fosse, Atos 20.24. Então, a pregação da Igreja Evangélica-Cristã (a Igreja do Novo Testamento) é a vida e a obra de Cristo. O apóstolo reconheceu a sua fraqueza, temor e grande tremor quando esteve entre os Coríntios, v.3. Isto significa que a igreja deve viver diariamente em fraqueza (senso de insuficiência), temor (reverência) e grande tremor (angustiada por um desejo de cumprir a ordem de Cristo na Grande Comissão, Mateus 28.18-20), testemunhando do Salvador em todo lugar.

 Como Paulo, a Igreja deve pregar a Cristo não com palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração do Espírito e de poder, v.4. Para que? Para que a dos que hão de crer não se apoie em sabedoria, força, capacidade humana, mas no poder de Deus, v.5. Devemos, então, falar a sabedoria entre os maduros. E esta sabedoria revelada nas Escrituras é Cristo, vv. 6-8; 1.30, 31. A pregação e a aceitação do evangelho de Cristo nos garantem as coisas que o olho  não viu e nem o ouvido ouviu, e nem subiram ao coração do homem. Sim, são essas coisas que Deus tem para os que O amam, ou seja, para aqueles que creem na suficiência de Cristo, Seu Filho, único Salvador e Senhor, vv.9,10.

Portanto, a igreja deve pregar sempre o Senhor Jesus Cristo crucificado e revelado pelo Espírito Santo. Quais são os resultados? O conhecimento das profundezas de Deus, v.10; o falar as coisas que o Espírito nos ensina, comparando as coisas espirituais com as espirituais, v.13; e a realidade de possuirmos a mente de Cristo, vv.14-16. O nosso compromisso é com a proclamação fidedigna do evangelho de Cristo, aproveitando muito bem cada oportunidade porquanto os dias são maus, Efésios 5.15,16. Não somos nós que salvamos, mas Cristo Jesus. Não é pela força humana, pelo convencimento meramente humano, mas pelo poder de Deus no Espírito Santo. Preguemos a Cristo!

Pr. Oswaldo Luiz Gomes Jacob
Pastor da Segunda Igreja Batista em Barra Mansa – RJ
Colunista deste Portal
pitzerjacob@gmail.com

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