Natal: sublimidade ao alcance de todos

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Infelizmente, nem tudo de bom que está ao alcance dos homens é devidamente desfrutado. Os seres humanos foram criados por Deus com liberdade para fazerem as suas próprias escolhas, sejam elas boas ou ruins (Deuteronômio 11.26-28). Mesmo que alguém considere algo excelente para a vida do outro, jamais poderá obrigá-lo a aceitar ou a usufruir.

O profeta Isaías disse que todo o povo andava em trevas, mas chegaria um dia em que a luz haveria de dissipá-la (Isaías 9.2,6). Chegaria um dia em que o homem teria a chance de optar entre permanecer na escuridão ou andar em plena luminosidade. Este dia chegou quando uma virgem chamada Maria deu à luz a um menino há cerca de dois mil anos, na cidade de Belém da Judéia (Lucas 2.10-12; Mateus 2.1).

O mundo continua em trevas, os brasileiros que o digam, com uma das maiores taxas de homicídios do mundo; liderando o ranking da corrupção que atinge todas as camadas da sociedade; uma crise ética e moral que alcança níveis cada vez mais assustadores; um número alarmante de viciados em drogas lícitas e ilícitas, verdadeiros zumbis ambulantes. Mas tudo isto não significa que Deus tenha abandonado a criação.

Na maioria das vezes é consequência das más escolhas da humanidade que virou as costas para Ele (Romanos 1.20-32). Diferente do Diabo que a Bíblia diz que é ladrão e salteador, o Senhor não nos obriga a fazermos absolutamente nada. Ele apenas abre a porta e nos convida a entrar como um dócil cavalheiro (Apocalipse 3.20).

O Natal é um momento muito oportuno para a humanidade se lembrar de que Jesus nasceu com uma missão muito especial, trazer redenção para um mundo decaído, sentenciado a escuridão eterna (Lucas 19.10). Quando Ele nasceu abriu o portal para que o homem gozasse de coisas “sublimes”; veio oferecer a Sua paz, que excede todo o entendimento humano e que o mundo jamais pode dar (João 14.27); veio oferecer dignidade a todos àqueles que vivem à margem da sociedade se alimentando de “migalhas” que o Diabo faz parecer manjares (Lucas 18.35 -43); veio curar toda a sorte de enfermidades sejam elas de ordem física, emocional ou espiritual, com a única condição da fé depositada nEle (Mateus 9.35, 15.31; Lucas 6.19); veio libertar os cativos, uma grande massa presa aos vícios, dinheiro, relacionamentos, etc. (Lucas 8.26-36); veio oferecer o amor verdadeiro, sem interesses, incondicional, capaz de perdoar quantas vezes se fizer necessário e que abrange a todos indistintamente (João 3.16; I João 4.16; Efésios 2.4-6); veio conceder a oportunidade de salvação a todos os homens que o reconhecerem como o Messias, a mais sublime de todas (Lucas 19.9; I Tessalonicenses 5.9; II Timóteo 2.10; Hebreus 9.28; Romanos 1.16).

Assim sendo, cada Natal torna -se um momento ímpar para cada um refletir sobre esta realidade, que só terá sentido se Jesus nascer também em nossos corações, aí estaremos prontos a gozar de tudo aquilo que só Ele sendo Deus pode nos oferecer gratuitamente. A decisão é toda nossa.

Um Feliz Natal a todos os meus amigos!

Por Juvenal Netto – Extraído do OJB

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