Jesus, o Médico dos médicos

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Jesus está em nosso meio. Não tenho dúvidas de que Jesus hoje quer operar em sua vida. Assim como no passado, Ele ressuscitou os mortos, deu ânimo aos abatidos, curou os leprosos, acalmou a tempestade, Ele pode fazer maravilhas em nossa vida. O texto em tela mostra a cura de um homem com a mão mirrada e a oposição que Jesus sofreu por parte dos fariseus, porque Jesus operara a cura em dia de sábado.

Jesus é o médico dos médicos. Ele não se preocupa somente com o exterior, Ele enxerga o homem por inteiro. As ações de Cristo para restabelecer a saúde física e emocional daquele homem, deixa qualquer um perplexo. Vamos elencar alguns pontos para a nossa reflexão:

Em primeiro lugar, o amor de Jesus pelo doente é maior do que sua segurança pessoal (Marcos 3.5-6). Jesus tinha plena convicção de que ao operar a cura na sinagoga no sábado, iria despertar a ira dos fariseus. Sua vida estava em jogo. Jesus coloca sua vida em risco para abençoar o homem da mão ressequida. Que notícia alvissareira: por nos amar – Jesus não desiste de nós (Romanos 5.8).

Para tentar paralisar Jesus, o mal reúne suas forças. Marcos mostra que os fariseus e os herodianos se uniram contra Jesus. O comentarista Moody afirma: “Os herodianos não eram uma seita religiosa. Eram, antes, homens politicamente devotados à família de Herodes. Consequentemente, não tinham verdadeira afinidade com os fariseus, que odiavam zelosamente a dominação estrangeira; mas um oponente comum pode criar estranhas coligações entre inimigos”.

Em segundo lugar, Jesus estimula o doente a crer em sua palavra (v.5). Aos nossos olhos pode parecer coisa simples estender a mão. Entretanto, para aquele homem não. Pois a sua estava ressequida, paralisada. Na verdade, com esta ordem, Jesus estimula o homem a exercer sua fé. Aquele que tem fé não questiona, obedece. Hernandes Dias Lopes afirma: “À ordem de Jesus, o membro crispado relaxou-se, o que estava imóvel se moveu”.

Em último lugar, Jesus encoraja aquele homem a vencer seus complexos (Lucas 6.8). Aquele homem estava na congregação escondido, amuado, possivelmente complexado com sua mão atrofiada. Imagino ele fazendo de tudo para não ser notado por conta de sua deficiência. Jesus ao pedir para que ele venha para o meio da congregação – estava o estimulando para vencer seu complexo de inferioridade. A obra de Cristo é completa. Ele contempla o homem por inteiro, por isso, Ele é o médico dos médicos.

Pr. José Manuel Monteiro Jr.

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